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A trajetória de "Mortal Kombat"

Veja como o violento jogo de luta evoluiu ao longo de 20 anos

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Em meados de 1992, um jogo mudou a história dos games de luta. Com visual realista e principalmente muita violência gráfica, "Mortal Kombat" percorreu um caminho próprio num gênero em ebulição - uma fagulha iniciada por "Street Fighter II". Este álbum é a trajetória de sangue de um jogo que relata o embate entre humanos, deuses e demônios, cujo perdedor dá adeus à vida - e geralmente de forma brutal Montagem sobre imagens de divulgação Mais
Como muitos jogos, a história de "Mortal Kombat" começou nos fliperamas. Os games de luta pegavam fogo, mas poucos tiveram impacto de "Mortal": a crueza da violência chocou e encantou jogadores Montagem sobre imagens de reprodução Mais
O primeiro jogo conta a história de sete lutadores selecionados para um torneio de vida ou morte promovido por Shang Tsung. O nome do torneio? Mortal Kombat Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Quem não se impressionou com o Fatality de Sub-Zero, em que puxa a cabeça do oponente e arranca a coluna cervical junto? Com sangue em profusão, mutilações e decapitações, "Mortal Kombat" foi muito controverso. Disso surgiu um sistema de autorregulação, em que um órgão chamado ESRB classifica os jogos por faixa etária Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Em 13 de setembro de 1993, "Mortal Kombat" foi lançado para consoles. A versão para Mega Drive tinha censura, mas um código liberava toda a violência do fliperama. Já no Super NES não havia uma gota de sangue ou desmembramento - a Nintendo queria jogos para toda a família. Resultado: uma grande vitória da Sega Montagem sobre imagens de reprodução Mais
A equipe de "Mortal Kombat" tinha quatro integrantes no começo: o programador John Tobias, os artistas Ed Boon e John Vogel, e o designer de som Dan Forden (ele aparece eventualmente no jogo como um "easter egg"). Inicialmente, o plano era de um jogo de luta estrelado por Jean-Claude Van Damme, o mais famoso ator de ação da época. Isso não aconteceu, mas muito do filme "O Grande Dragão Branco" está no game, como a história do torneio e o "golpe baixo" de Johnny Cage Montagem sobre imagens de reprodução Mais
"Street Fighter II" e "Mortal Kombat" protagonizaram uma das maiores rivalidades da época. O primeiro foi o principal responsável pela febre dos jogos de luta, mas "Mortal" inaugurou uma escola totalmente diferente, em que a experiência visual era mais importante Montagem sobre imagens de reprodução Mais
"Mortal Kombat" foi um grande sucesso e a continuação foi cercada de expectativas. E não decepcionou: "Mortal Kombat II" é aclamado por crítica e público Montagem sobre imagens de divulgação e de reprodução Mais
Os Fatalities continuaram violentos como antes, mas, foram introduzidos "golpes finais" como os Friendships (o lutador faz uma performance engraçada) e ou Babalities (transforma o oponente num bebê). Foi o início dos Fatalities-piada em "Mortal Kombat" Montagem sobre imagens de reprodução Mais
"Mortal Kombat II" trouxe muitos novos lutadores e dois novos chefes, Kintaro e Shao Kahn. Três personagens femininas - Kitana, Mileena e Jade - substituíram Sonya Blade Montagem sobre imagens de reprodução Mais
O lançamento de "Mortal Kombat" para consoles, em 9 de setembro de 1994 (chamada de "Mortal Friday"), foi acompanhado de uma campanha de marketing de US$ 10 milhões, com direito a comercial de TV e tudo. Mais de 2,5 milhões de cópias foram despachadas para as lojas. Desta vez, a Nintendo não censurou o jogo Montagem sobre imagens de reprodução Mais
"Mortal Kombat 3" continuou o legado da série, mas foi criticado por excluir lutadores populares. Isso foi remediado nas versões "Ultimate" e "Trilogy" Montagem sobre imagens de reprodução Mais
"Mortal Kombat 3" introduziu personagens como os ninjas cibernéticos Cyrax e Sektor, além de Sindel, esposa de Shao Khan, e o centauro Motaro Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Os Fatalities de "Mortal Kombat 3" foram ficando cada vez mais absurdos. Liu Kang, por exemplo, tem um golpe final em que jogar um gabiente de fliperama sobre o oponente. Os Animalities (que transforma o lutador num bicho) e os Brutalities (sequência fatal de golpes) estrearam no terceiro jogo Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Daniel Pesina, ator que faz Johnny Cage em "Mortal Kombat", aproveitou sua fama para promover um obscuro game rival, "BloodStorm". Por conta disso, foi demitido da Midway. Depois, ele e seu irmão mais novo, Carlos (Raiden), ajudaram na produção de outro jogo de luta, "Tattoo Assassins", uma patética imitação de "Mortal Kombat" Montagem sobre imagens de divulgação e de reprodução Mais
Os games evoluíram e passaram cada vez mais a usar gráficos poligonais. A quarta edição de "Mortal Kombat" acompanhou os tempos e pela primeira vez utilizou a nova tecnologia Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Com os personagens em 3D, os atores ganharam novos papéis: em vez de emprestar sua imagem, fazem os movimentos e expressões corporais dos lutadores Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Shinnok, um dos deuses antigos, e o feiticeiro Quan Chi estrearam quase ao mesmo tempo em "Mortal Kombat 4" e "Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero" Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Apesar de rústico, "Mortal Kombat 4" estreou um sistema de armas, que seriam refinados nos games seguintes Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Em "Mortal Kombat: Deadly Alliance", os vilões Quan Chi e Shang Tsung juntam forças, a fim de ressuscitar um exército poderoso liderado um antigo soberano de Outworld Montagem sobre imagens de divulgação Mais
Pela primeira vez, um game de luta de "Mortal Kombat" não saiu para fliperamas. "Deadly Alliance" ganhou versões para PlayStation 2, Xbox, GameCube e Game Boy Advance Montagem sobre imagens de divulgação Mais
Uma das novidades de "Deadly Alliance" são os estilos de luta: cada personagem assume duas artes marciais, incluindo várias escolas de caratê e kung-fu, e uma habilidade com armas. Isso ajudou a dar mais estratégia para o game Montagem sobre imagens de divulgação e de reprodução Mais
"Deadly Alliance" trouxe diversas caras novas, como Frost, que é basicamente uma versão feminina de Sub-Zero, e Blaze, um personagem que aparecia na fase Pit de "Mortal Kombat II". Um dos mais inusitados é Mokap, um ator que grava movimentos para personagens virtuais, ou seja, exatamente como o jogo é feito Montagem sobre imagens de divulgação Mais
Em "Deception", a aliança entre Shang Tsung e Quan Chi é desfeita, e Onaga, o Dragão-Rei, aparece para retomar seu poder. Ele é o grande vilão a ser derrotado Divulgação Mais
Nove novos personagens estreiam em "Deception", como Ashrah, um demônio em busca de redenção. Neste episódio, Liu Kang está morto, mas aparece como um zumbi Montagem sobre imagens de divulgação Mais
Neste game, cada personagem tem dois Fatalities, mas também um jeito de não levar um golpe final, aplicando um Hara-kiri, uma forma de suicídio considerado honrosa Montagem sobre imagens de reprodução Mais
"Deception" inaugurou as lutas online, além de trazer uma modalidade de aventura, chamada Konquest, que Shujinko como personagem principal Montagem sobre imagens de reprodução Mais
"Mortak Kombat: Armageddon", como o nome diz, é a grande batalha que vai definir o destino dos reinos. O game foi lançado para PlayStation 2, Xbox e Wii Montagem sobre imagens de divulgação Mais
"Armageddon" tem apenas dois personagens novos - Daegon e Taven -, mas traz praticamente todos os lutadores das edições anteriores, somando 62 rostos (no Wii tem um a mais) Divulgação Mais
Além de trazer uma grande quantidade de lutadores, o jogador também pode criar seu próprio personagem. Não demorou para os usuários montarem lutadores de outros jogos, como "Street Fighter", e assim promover o crossover que nunca se realizou oficialmente Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Nem só de lutas vivem os guerreiros da Terra e de Outworld. Em "Armageddon", eles tiraram um tempinho para correr de kart Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Se a rival Capcom teve parceria com a editora Marvel, os caras de "Mortal Kombat" foram buscar na DC Comics o parceiro ideal para o primeiro crossover da série de luta. "MK vs. DC Universe" foi lançado para PlayStation 3 e Xbox 360 Montagem sobre imagens de divulgação Mais
Segundo os criadores, o elenco de "Mortal Kombat vs. DC Universe" foi escolhido de acordo com a popularidade dos personagens. No total, 22 guerreiros se digladiam Divulgação Mais
Por inúmeras razões, a violência de "Mortal Kombat vs. DC Universe" foi atenuada. Não há desmembramentos ou decapitações e os mocinhos da DC sequer aplicam Fatalities, apenas "brutalidades heroicas", que não mata os oponentes Montagem sobre imagens de reprodução Mais
São três as principais novidades de "Mortal Kombat vs. DC Universe": o Free-Fall Kombat, em que os lutadores trocam sopapos em queda-livre, o Klose Kombat, um modo de luta em curta distância, e o Rage, que torna o personagem mais, forte, permitindo furar a defesa adversária no segundo golpe Montagem sobre imagens de divulgação Mais
Intitulado simplesmente "Mortal Kombat", o game de 2011 foi uma volta às origens, à época da violência crua. Com uma mecânica de jogo mais refinada, tornou-se a experiência definitiva de "Mortal Kombat" Divulgação Mais
Os Fatalities em "Mortal Kombat" (2011) merecem o nome que tem. Desmembramentos, esquartejamentos e decapitações são quase a regra. Tudo que sobra são pedaços de corpos Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Um dos golpes mais legais de "Mortal Kombat" (2011) são os chamados raio-X, que provocam grande dano e traz uma representação visual muito bacana Montagem sobre imagens de reprodução Mais
"Mortal Kombat" (2011) foi o primeiro da série a trazer legendas em português. Legal. Porém, quando o jogo chegou, veio com erros ortográficos ("primer golpe", em vez de "primeiro"), de contexto (numa cena, o fortão Jax diz que está "ótima") e termos que talvez não fosse melhor traduzir (Outworld virou Exoterra). Uma correção foi prometida, mas nunca cumprida Montagem sobre imagens de reprodução Mais
Os jogos principais de "Mortal Kombat" são de luta, mas a série também rendeu game de ação e aventura: "Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero" (1997), "Mortal Kombat: Special Forces" (2000) e "Mortal Kombat: Shaolin Monks" (2005). Nenhum foi um estouro de vendas, mas "Shaolin Monks" foi bem recebido pela crítica Montagem sobre imagens de reprodução Mais
O sucesso de "Mortal Kombat" o levou para além das fronteiras do entretenimento eletrônico: a série gerou dois longa-metragens para cinemas, histórias em quadrinhos, desenhos animados e séries para TV e web Montagem sobre imagens de divulgação e de reprodução Mais
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  • Álbum: A trajetória de "Mortal Kombat"
  • 21/09/2014
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