28/09/2006 - 11h00
Direto da X06: contato físico expande "Call of Duty 3"; impressões
THÉO AZEVEDO Enviado especial a Barcelona
Os fãs de um bom game de tiro da Segunda Guerra Mundial sabem que, em termos de ambientação, "Call of Duty" encontra-se no topo, com uma das atmosferas bélicas mais envolventes já vistas em um game. A terceira versão da série não renega as origens e, embora preserve boa parte de sua essência, acrescenta alguns elementos bacanas.
Um dos momentos mais interessantes do demo foi quando o protagonista agarrou um soldado inimigo, abrindo um leque de possibilidades, como socá-lo, tomar sua granada ou faca, apunhalá-lo ou jogá-lo pela janela. Coisas que só mesmo a nova geração de consoles poderia proporcionar com tal realismo e naturalidade.
No mais, o jogo continua fiel ao antecessor, com ambientes caóticas, muitas vezes claustrofóbicos, com soldados por todos os lados, além de tiros e explosões, num perfeito teste para um bom sistema de som. A pouco realista barra de energia, que realmente parece não condizer com a fidelidade aos fatos reais do game, continua a mesma. Outro aspecto que continua a incomodar é a pouca interação com o cenário.
No multiplayer, as classes disponíveis são: rifleman, infantry, assault, medic, scout, support e anti-armor. Jogamos algumas partidas em mapas variados, com veículos à disposição dos jogadores, o suficiente para perceber que, a exemplo de seu antecessor, "Call of Duty 3" tem grandes chances de liderar as paradas na Xbox Live.
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