"Quantum Conundrum" repete a fórmula de "Portal" com muita qualidade e carisma. Puzzles inteligentes se misturam a cenários coloridos e uma divertida história com diálogos engraçados, pecando apenas por repetições em excesso de algumas ideias e poucos extras. Ainda assim, para um jogo lançado apenas via download, é uma experiência excelente.
E se "Portal" fosse um jogo produzido para crianças? "Quantum Conundrum" é um game que serviria como a resposta perfeita, o que não é de se estranhar: a designer do jogo é Kim Swift, uma das mentes responsáveis pelo primeiro "Portal".
"Quantum Conundrum" tem como protagonista um garoto de doze anos que deve resolver quebra-cabeças diversos envolvendo caixas, botões e manipulação da física.
A grande sacada aqui é que é possível alternar entre quatro dimensões que mudam as propriedades, deixando-os mais leves, pesados e assim por diante, tudo com visual colorido e caricato e diálogos divertidos e criativos.
"Quantum Conundrum" não nega a maternidade: tudo no jogo transpira "Portal", desde a jogabilidade até os diálogos engraçadinhos dando dicas e pontuando elementos malucos do cenário.
Para quem procura mais das experiências bizarras da Aperture, "Quantum Conundrum" é uma pedida excelente, proporcionando novidade nos cenários e personagens em uma aventura curta que acaba antes de enjoar.
O título soa quase como um "Portal" para crianças ao apostar em fases bem coloridas e estilizadas - lembram desenhos da Pixar - e uma história que parece tirada de animações da TV no sábado de manhã: seu tio é um cientista maluco que foi transportado para outra dimensão e cabe a você ajudar o destrambelhado parente.
Ao menos em um ponto "Quantum Conundrum" falha em replicar a competência de "Portal": a aparentemente inesgotável fonte de inspiração.
O jogo cansa de usar caixas, cofres e botões para compor seus quebra-cabeças, muitas vezes apresentados de forma aleatória, sem encaixar muito bem na história. Prepare-se para repetir à exaustão macetes para atravessar buracos, como tornar cofres leves para usar como plataformas e assim por diante.
Vale notar, por conta disso "Quantum Conundrum" é também um jogo bem mais fácil que "Portal" e sua continuação.
Com cerca de 6 a 8 horas de brincadeira, "Quantum Conundrum" é um jogo com poucos extras para incentivar novas partidas. Os colecionáveis pelas fases são poucos e fáceis de pegar e também não há um modo multiplayer - algo que, como já vimos em "Portal 2", funciona muito em games do tipo.
Ao menos, é possível visitar níveis já batidos para bater metas de tempo e outros desafios.
Da criadora de "Portal", "Quantum Conundrum" traz quebra-cabeças e plataformas com visão em primeira pessoa; videoanálise. Reportagem e locução: Claudio Prandoni; imagens: Sammy Anderson; edição de imagens: Wesley Alves.
2828 visitasTosco!!!
Nossa, que milagre isso, só que ainda estou desconfiado se a EA vai pensar em fazer outra coisa pra querer ganhar mais dinheiro.
ficou otimo no fifa 13 vai melhor ainda no 14 ebaaaa
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