Rock of AgesRETRAIR FICHA

Rock of Ages

Jogador derruba castelos e exércitos com bola gigante em mistura de estratégia e "tower defense".

  1. Desenvolvedora: Ace Team
  2. Lançamento: 2011
  3. Distribuidora: Atlus
  4. Suporte: 1 jogador, cartão de memória
  5. Gênero: Tower Defense
8 Ótimo
09/09/2011

Análise: Rock of Ages

ANDRÉ FORTE
Colaboração para o UOL

Considerações

Com modo multiplayer divertido e uma trama engraçada, os únicos defeitos de "Rock of Ages" são sua câmera pouco usual e a repetição de elementos decorativos no cenário. O game é competente onde precisa: na diversidade e ritmo acelerado da sua mecânica, seja na estratégia de formar seu exército ou na corrida frenética destruindo barragens, soldados e fortalezas antes do adversário.

Introdução

Ação e estratégia pontuam o ritmo de "Rock of Ages". No controle de uma enorme bola de pedra, você deve destruir as fortalezas inimigas, ao passo que a estratégia se dá exatamente no caminho oposto: elaborar e organizar sua barreiras, armamentos e soldados no mapa para evitar que a pedra do inimigo faça o mesmo com o seu território.

Essa divertida mecânica é apresentada em uma trama ambientada em períodos históricos diversos, passando por épocas e locais famosos como Roma, Florência, Esparta e Valáquia.

Pontos Positivos

  • Ação e estratégia bem encaixadas
  • "Rock of Ages" combina o ritmo cadenciado dos jogos de estratégia com ação rápida e constante. Os elementos estratégicos são simples como barragens e plano de defesa de territórios, com catapultas e soldados. Já a ação é frenética e é difícil analisar os movimentos do oponente enquanto controla sua bola para destruir as fortalezas inimigas.

    Mesmo no turno de defesa, é preciso pensar rápido e conhecer bem o mapa para melhor posicionar suas unidades, o que dá ao jogo uma dose salutar de tensão.

  • Desafio elevado
  • Os mapas do game não são muito grandes, mas oferecem um grau de desafio elevado em cada fase. Os adversários são rápidos na formação de barreiras e aprendem com o comportamento do jogador, adaptando seus muros ao trajeto de sua preferência.

    No modo multiplayer, as partidas rolam em tela dividida ou online, com duas modalidades: "War", que reproduz as partidas contra a máquina e "SkeeBoulder", onde ganha quem somar mais pontos destruindo os alvos no mapa.

  • Humor na medida certa
  • Antes de cada guerra, personagens caricatos apresentam os objetivos. Durante o game, fatos históricos, unidades malucas como vacas lutadoras e referências da cultura pop se misturam. Logo no começo, o Rei Leônidas, de Esparta, marcha diante de seus soldados e, como em "300", motiva a tropa gritando e chutando um personagem: não um inimigo, mas sim o personagem do jogador. Piadas simples, mas bem colocadas, divertem o jogador durante a campanha.

     

Pontos Negativos

  • Visual repetitivo
  • O estilo visual de "Rock of Ages" agrada pela mistura competente de elementos 3D dos objetos, o traço estilizado da paisagem e soldados feitos de papel, mas o jogo peca pela repetição exagerada desses itens. Objetos que deveriam servir para decorar os campos de batalha, mas acabam cansando pela falta de originalidade e diversidade, independente da época e local em que a fase se passa.

  • Câmera atrapalhada
  • Problema comum em jogos de ação, uma câmera atrapalhada incomoda o jogador em "Rock of Ages". Basta encontrar barreiras ou inimigos, ser obrigado a circular inimigos ou realizar uma curva brusca para a câmera ficar instável e tomar um tempo precioso para ser ajustada. Além de incômoda, a tarefa deixa o jogador em desvantagem quando enfrenta um adversário controlado pela máquina, já que para ela, a câmera não faz diferença.

  • http://jogos.uol.com.br/xbox360/analises/rock-of-ages.htm
  • Leia a análise de 'Rock of Ages'
  • 23/04/2014
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