Análises

Motorstorm Apocalypse

PABLO RAPHAEL

da Redação

31/05/2011 08h00

Com "Apocalypse", o Evolution Studios conseguiu entregar o jogo mais divertido da série "Motorstorm". O game traz uma boa variedade de veículos, um sistema de destruição de cenários melhor do que o visto em "Split/Second", um bom modo multiplayer e principalmente, entrega bons motivos para continuar jogando, com sua história dividida através dos 3 níveis de dificuldade,e colecionáveis espalhados por todo o game. "Motorstorm Apocalypse" é acessível e rende muita diversão, principalmente nas partidas em tela dividida.

Introdução

"Apocalypse" é o terceiro jogo da série de corrida "Motorstorm" no PlayStation 3. Assim como nos games anteriores, trata-se de um torneio onde pilotos dos mais diversos veículos - motos, jipes, carros e até caminhões - percorrem circuitos radicais em disputas onde o que importa é chegar em primeiro lugar. No caso de "Apocalypse", o palco da competição é uma cidade envolvida em uma catástrofe natural: terremotos, tornados e um tsunami destroem o cenário ao redor dos corredores, modificando o trajeto durante as provas.

Pontos Positivos

Multiplayer divertido

O modo multijogador de "Motorstorm Apocalypse" permite partidas tanto online quanto em tela dividida, ao mesmo tempo. Até quatro jogadores podem jogar na mesma televisão e competir com outros através da PlayStation Network, em corridas para até 16 pessoas. Como nos games anteriores, acada pisa é cheia de atalhos e rampas que favorecem um tipo ou outro de veículo e todos correm juntos, o que só deixa as coisas mais divertidas.

Destruição total

A história de "Apocalypse" é dividida através dos 3 níveis de dificuldade do jogo. No começo, no modo Fácil, você é um piloto iniciante do festival Motorstorm e o torneio acaba de chegar em "The City". Junto com o festival, chegam também os terremotos e outras catástrofes. Durante as primeiras corridas você vê os helicópteros instalando as placas que marcam os circuitos e o surgimento das gangues, bandidos que ficaram para trás para saquear a cidade e até tanques que tentam destruir os carros, por exemplo.

Conforme avança pelos outros níveis de dificuldade, as corridas ficam mais incríveis, até chegar ao nível Veterano, em que o cenário é de destruição total. É como as cenas de fuga no filme "2012", com os pilotos lutando para chegar vivos ao fim da prova, enquanto o mundo acaba em seus retrovisores. Muitos elementos voam com o vento ou acertam os carros durante as corridas. É tudo muito colorido e feito para aproveitar ao máximo um televisor 3D, mas mesmo numa tela sem o recurso, "Motorstorm Apocalypse" é um jogo muito bonito de se ver e com um bom sistema de destruição persistente, que modifica a corrida volta após volta.

Fator replay

Cada prova de "Apocalypse" tem vários itens escondidos pelo cenário, o que, junto com o sistema de evolução, amplia a vida útil do jogo: são 150 cartões que liberam informações sobre os pilotos, veículos e pistas. A evolução, conforme ganha corridas, desbloqueia novos veículos e opções de personalização, como pintura e adesivos. Os Troféus do jogo também envolvem provocar situações específicas e é possível acompanhar em tempo real a progressão para atingir cada um deles. As partidas multiplayer, principalmente em tela dividida, costumam ser bastante caóticas e imprevisíveis.

Pontos Negativos

Poucos modos de jogo

Não há muitas modalidades de jogo diferentes em "Apocalypse", basicamente corridas normais e outras que são variações do modo Elimination, em que jogadores retardatários são eliminados. Em um jogo onde o cenário é cheio de situações imprevisíveis e com uma boa variedade de veículos diferentes como "Motorstorm", é uma pena não incluir modos de jogo que explorem melhor esses elementos.

Cenas estáticas

A história de "Motorstorm Apocalypse" é contada através de uma história em quadrinhos com um pouco de movimento. São personagens e cenários estilizados e não são feios, mas, diante do espetáculo visual que o jogo oferece, é uma pena que as cenas de corte se limitem aos quadros estáticos. Não é algo que estraga o jogo, mas poderia ser bem melhor.

Falhas na direção

Alguns veículos, como as motos e carros mais leves, se comportam de forma satisfatória, são leves e podem executar manobras divertidas. Já os carros de competição, mais pesados, não transmitem a sensação correta e ao guiar um deles nas pistas de "Apocalypse" a impressão que você tem é que o veículo está flutuando sobre a pista, sem a sensação de peso que o carro deveria ter.

Nota: 8 (Ótimo)

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL

do UOL

"Full Throttle Remastered" é passeio nostálgico na estrada dos adventures

Considerado um dos maiores clássicos dos adventures "point and click", "Full Throttle" é uma verdadeira aula do gênero: você é Ben, líder da gangue de motociclistas   No jogo, Ben e sua gangue acabam envolvidos numa trama de disputas corporativas e assassinato, quando o executivo Adrian Ripburger decide tomar o controle da Corley Motors, última fabricante de motocicletas do mundo... para trasnformar a empresa numa montadora de minivans!   Ao longo de "Full Throttle", Ben precisa limpar seu nome, salvar os Polecats e a mecânica Maureen, além da Corley Motors, em uma aventura "on the road" pontuada por quebra-cabeças, combates na estrada e frases marcantes, bem conhecidas dos jogadores veteranos, como a piada "Não vou colocar minha boca nisso!", usada sempre que o jogador sugere que o personagem interaja com algum objeto usando a boca ao invés de usar as mãos ou chutar.   O game usa o motor SCUM, o mesmo de outros games da produtora, como "Day of the Tentacle", mas aposta também em passagens 3D onde Ben luta contra membros de uma gangue rival, trocando golpes ao estilo "Road Rash".   Remasterização primorosa   $escape.getH()uolbr_geraModulos('embed-foto','/2017/full-throttle-nota-1494353624354.vm') Essa é a aventura que a Double Fine revive em "Full Throttle Remastered", para PC, PlayStation 4 e PS Vita. O jogo teve os gráficos retrabalhados a partir da arte original e todas as falas foram regravadas - inclusive a ótima interpretação do ator Mark Hamill (o Luke Skywalker de "Star Wars") para o vilão Ripburger, que está mais "Donald Trump" do que nunca.   O passeio pela auto-estrada da nostalgia traz opções que vão agradar aos fãs das antigas, como a opção de alternar entre os gráficos atuais e o quadriculado original ao toque de um botão e os comentários dos produtores revelando detalhes do design original e da remasterização.   O jogo é rápido, uma vez que você sabe o que fazer em cada situação, e pode ser terminado em cerca de 2 horas - jogando com atenção, você ainda coleta todos os troféus do game nesse período, ou seja, não há muitos motivos para jogar uma segunda vez.   "Full Throttle Remastered" segue o padrão de qualidade das adaptações dos jogos da LucasArts para plataformas mais recentes, iniciada nos dois "Monkey Island" e aprimorada em "Grim Fandango" e "Day of the Tentacle", mostrando que bons adventures podem ir além da fórmula de diálogos e escolhaas da Telltale (de "The Walking Dead") ao mesmo tempo em que aponta como se faz uma boa remasterização.

do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Topo