Análises

LEGO Batman 2: DC Super Heroes

Akira Suzuki

Do UOL, em São Paulo

18/07/2012 08h03

Assim como os outros games da série "LEGO", "LEGO Batman 2: DC Super Heroes" traz diversão de qualidade para todas as idades, agora com uma Gotham City inteirinha para explorar (pense em como seria um "Grand Theft Auto" com censura livre).

É legal jogar sozinho, mas é melhor ainda quando duas pessoas interagem; enfim, é um dos games ideais para pais e filhos jogarem juntos. O game tem uma historinha charmosa e é acessível mesmo para jogadores inexperientes.

Introdução

Tudo começou em 2005, quando alguém teve a ideia de levar para os videogames o "LEGO Star Wars", uma versão do brinquedo de montar com o tema da famosa saga de uma galáxia muito, muito distante. A fórmula de história bem-humorada com mecânica de ação acessível fez sucesso - e sucessores.

Cá estamos em 2012, com o Batman prestes a fechar sua trilogia no cinema e agora estrelando pela segunda vez um game da série "LEGO". E desta vez ele não veio apenas com o Robin, mas com boa parte da Liga da Justiça original: Super-Homem, Flash, Mulher-Maravilha e Lanterna Verde.

As novidades desta edição são um mundo grande e aberto para explorar e cenas de corte com dublagem (até então, eram 'teatrinhos de mímica' - e mudos).

Pontos Positivos

Mundo aberto

Uma das principais novidades de "LEGO Batman 2" em relação aos outros games da série é um mundo aberto e grande para explorar. É a partir do mapa de Gotham City que o jogador acessa as missões - estas sim, parecidas com as fases típicas da série "LEGO".

É uma adição bem-vinda, que coloca mais profundidade na parte de exploração, com cerca de 300 itens colecionáveis. Para isso, os jogadores dispõem de vários veículos: tem o Bat-móvel, é claro, mas também vários carros comuns espalhados pela cidade. Além disso, há montarias especiais usados pelos vilões a venda.

Fases criativas

Esse sempre foi um dos pontos mais fortes da série e a tradição continua em "LEGO Batman 2". Em síntese, as fases são constituídas de pequenos quebra-cabeças, no qual o jogador precisa "sacar" o que fazer para avançar. Os trajes exercem grande papel na solução, pois cada uma das vestimentas dá um poder específico ao personagem.

As fases são construídas para aproveitar em partes iguais as habilidades de Batman e Robin - e às vezes de um terceiro herói. É isso que torna as partidas em duplas tão especiais. O game equilibra bem os elementos de plataforma, exploração e destruição de objetos. Claro, tem um pouco de combate, mas é a parte mais rasa e repetitiva do jogo.

Visual cheio de graça

Grande parte do charme do game está no grafismo, que, claro, imita os bonecos e peças LEGO. É um estilo que parece ter aceitação tanto com o público infantil como os mais velhos - ao menos aqueles que cresceram com o brinquedo.

Mas o melhor mesmo são as historinhas, com seu típico humor cândido - e agora mais expressivas graças às dublagens. São cenas engraçadinhas, como as várias que fazem piada com a rivalidade (unilateral) entre Batman e Super-Homem - e o Robin mostrando todo seu lado "fanboy".

Pontos Negativos

'Burrice' artificial

Um outro incentivo para jogar a dois é que, deixado a cargo do computador, o segundo personagem pode ser um empecilho. Tudo bem não ajudar, mas também não precisava atrapalhar: não raramente eles estão bloqueando passagens estreitas, tornando sua vida mais difícil. Não se trata de uma falha grave, mas, visto que é algo que já vem de outros games da série, já poderia ter sido corrigido.

Sistema de navegação

Com a introdução dos mapas abertos, vieram juntos alguns problemas. O sistema de mapa não é prático, as indicações de navegação - uma bússola no alto da tela e uma trilha semitransparente no chão - não ajudam muito. O controle dos veículos poderia ser melhor também.

Nota: 7 (Bom)

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