Análises

God Eater 2: Rage Burst

Pedro Henrique Lutti Lippe

Do UOL, em São Paulo

28/10/2016 17h30


 

Das dúzias de 'clones' de "Monster Hunter" que a indústria de games japonesa criou após o estrondoso sucesso da série da Capcom, nenhum fez tanto barulho como "God Eater". Uma identidade própria forte e uma temática interessante fizeram o game sobressair e ganhar um público cativo.

É fácil argumentar que a Bandai Namco errou em demorar tanto para exportar a série para o Ocidente. Mas agora que o fez, a empresa oferece uma excelente oferta: o 'combo' "God Eater: Resurrection" e "God Eater 2: Rage Burst" não só tem preço em conta, mas ainda está em plataformas que não são contempladas pela luz de "Monster Hunter".

A diversão em "God Eater" começa com seu mundo: um cenário pós-apcalíptico no qual os guerreiros encarregados de proteger a humanidade estão tão preocupados em eliminar os terríveis Aragami quanto em parecerem estilosos.

As gigantescas e engenhosas armas que os protagonistas usam, e até os próprios ataques que eles desferem seguem esta mesma lógica: quando mais estilo, melhor.

Os combates de "God Eater 2" são muito dinâmicos, e permitem que jogadores com equipamentos idênticos, mas níveis de habilidade diferentes, vençam o mesmo desafio em tempos muito distintos. O game premia aqueles que sabem os momentos exatos de atacar e desviar com a satisfação instantânea de ver seu personagem praticamente dançando enquanto caça um monstro de dez vezes seu tamanho.

Exatamente como em "Monster Hunter", a maior graça de "God Eater 2" está nas lutas cooperativas. Ter até três companheiros ao seu lado permite ao jogador bolar estratégias de combates mais complexas, capazes de confundir suas presas.

Felizmente, diferente do que acontece em jogos como "Toukiden", os companheiros 'reservas', que são controlados pelo computador, têm um nível de inteligência artificial suficiente para não frustrar fãs que não puderem (ou não quiserem) jogar online.

Praticamente um anime jogável, "God Eater 2: Rage Burst" não vai surpreender quem já jogou "Monster Hunter". Mas o game esbanja estilo e conteúdo - há monstros e missões suficientes para dezenas de horas úteis de jogo, e isso sem contar o fato de que todos os desafios podem (e devem) ser repetidos para a obtenção de 'loot'.

Nota: 8 (Ótimo)

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