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Análises
Burnout 3: Takedown
PlayStation 2
"Se a fórmula parece simples... ela definitivamente o é. Mas não deixa de ser igualmente viciante."


20/09/2004
da Redação

"Destruir coisas é divertido". Essa pérola veio dos lábios do criador de "Blast Corps", o primeiro game da Rare para o Nintendo 64. Milhares de jogadores ficaram encantados com a perspectiva de causar milhões de dólares de prejuízo demolindo tudo que enxergavam pela frente. Juntando esse conceito com os jogos de corrida resultou na série "Burnout", que chega a sua terceira edição.

1, 2, 3... BUM!

"Burnout 3: Takedown" pode parecer um jogo de corrida nos moldes de "Need for Speed: Hot Pursuit" à primeira vista, mas o breve vídeo-tutorial mostra que o game vai além. Toda sua mecânica se apóia sobre a necessidade de causar colisões de automóveis cinematográficas: arremessar um oponente para uma capotagem aumenta sua barra de turbo - e sua capacidade de causar ainda mais destruição.

Mas as corridas com trombadas são apenas metade do game. A outra parte não é uma prova contra o tempo, mas contra propriedade privada: o jogador deve correr em direção a um cruzamento e tentar causar a maior destruição possível. Tombar um caminhão, fazer outros carros baterem em sua carga, causar danos com a explosão de um tanque de gasolina ou simplesmente causar batidas com as pessoas que param para ver o estrago são algumas de suas armas.

Destroços móveis

A melhor novidade em relação ao game anterior é a capacidade de controlar o que restou da lataria do seu carro depois de um impacto, em câmera lenta. Essa opção permite que você tente derrubar oponentes ou aumentar ainda mais o estrago nos cruzamentos. No começo, esse controle pode parecer caótico e inútil, mas aos poucos vai se tornando um dos melhores amigos do jogador - e além do mais, ver as colisões em câmera lenta é um prazer por conta própria.

O game é estruturado na forma de desafios, dando medalhas de bronze, prata e ouro baseado no seu desempenho. Estas destravam novos desafios, enquanto a destruição causada libera vários extras (normalmente outros carros).

Velozes e destrutivos

Se a fórmula parece simples... ela definitivamente o é. Mas não deixa de ser igualmente viciante. Isso se dá em grande parte pela extrema velocidade das corridas (uma das maiores sensações de rapidez nos games) e o elemento de planejamento estratégico nas fases de destruição. Com excelentes gráficos e um sistema que simula as trombadas com um enorme grau de detalhe, "Burnout 3" é um daqueles games que é igualmente divertido de jogar e assistir.

São dezenas e mais dezenas de corridas (contra o relogio e outros competidores) e cruzamentos de destruição, além de opções multiplayer tanto com divisão de tela quanto online. Quer chamar um amigo para aumentar a destruição? Um controle extra ou conexão com a Internet resolvem o problema.

"Burnout 3" pode não ser o mais realista jogo de corrida, mas é um dos mais viciantes dos últimos tempos. Suas missões relativamente curtas e desafiadoras trazem grande satisfação em suas cenas de destruição em câmera lenta. Talvez não seja o game mais educativo do gênero, mas seu charme é irresistível.