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10 fatos que J.K. Rowling só revelou após o fim de "Harry Potter"

Dan Hallman/AP
Imagem: Dan Hallman/AP

Victor Ferreira

Do Gamehall, em São Paulo

26/10/2017 11h03

Em 2007, a saga literária que capturou as mentes de uma geração chegou ao fim com "Harry Potter e as Relíquias da Morte", concluindo a guerra entre o jovem bruxo e o vilão Voldemort.

Nos anos seguintes, porém, a autora J.K. Rowling continuou a fazer revelações chocantes sobre o mundo de Harry Potter, tanto sobre os eventuais destinos de seus personagens quanto em relação ao processo criativo que a levou a dar certos rumos para a história.

Por isso, separamos as vezes que Rowling chocou ou surpreendeu os fãs depois do fim da saga de Harry Potter.

Veja também

  • Dumbledore é gay

    Uma das primeiras e mais famosas revelações que Rowling fez após a publicação dos livros era de que o professor Alvo Dumbledore, diretor de Hogwarts e mentor de Harry, era um homossexual.

    A escritora fez a declaração pouco depois do lançamento de "Relíquias da Morte", em um evento especial realizado em Nova York. De acordo com ela, na sua juventude Dumbledore amava o mago Gellert Grindelwald, que mais tarde acabaria se tornando em um de seus mais perigosos inimigos.

    "Eu sempre imaginei Dumbledore como gay.", disse na época, sob aplausos do público. "Dumbledore se apaixonou por Grindelwald, e isso causou ainda mais horror quando Grindelwald revelou o que realmente era"

  • Harry e Voldemort são parentes distantes

    Ainda em 2007, Rowling também confirmou que, entre as muitas conexões e paralelos entre Harry e Voldemort, está o fato de que os dois são parentes distantes, descendentes de uma família em comum: os irmãos Peverell, donos das Três Relíquias da Morte.

    Os Potter tem um parentesco com Ignoto Peverell, que recebeu a Capa da Invisibilidade que tanto ajudou Harry em suas aventuras. Já o avô de Tom Riddle era descendente de Cadmo Peverell, do Anel da Ressureição.

    Segundo Rowling, porém, "quase todas as famílias de bruxos são relacionadas se você analisá-las pelos séculos. Como ficou claro em 'Relíquias da Morte', o sangue Peverell passaria a correr em muitas [destas] famílias mágicas", o que prova que até em "Harry Potter" a Inglaterra é um pesadelo aristocrático em vários níveis diferentes.

  • O casamento de Rony e Hermione teve seus altos e baixos

    Em 2014, em uma entrevista com a atriz Emma Watson, a autora fez mais uma declaração chocante ao se sentir um tanto arrependida de terminar a série com Rony e Hermione casados.

    "Por razões que tem muito pouco a ver com literatura e mais comigo me mantendo ao que imaginei primeiro como a narrativa, Hermione acabou ficando com Rony", disse. "Acho que há fãs que sabem disso também, e se perguntam se ele poderia fazê-la feliz."

    Ainda assim, segundo a própria Rowling, é possível que isso se resolveu com terapia. "O que será que acontece em terapia de casais bruxos? Eles provavelmente vão ficar bem. Ele precisa tratar seus problemas de auto-estima e ela em ser um pouco menos crítica".

    A julgar por "Harry Potter e a Criança Amaldiçoada", pelo menos, os dois parecem estar com um relacionamento estável, o que sugere que a autora mudou um pouco sua opinião nos últimos anos.

  • Rony quase foi morto no meio da saga

    Em uma conversa com Daniel Radcliffe vista nos extras de "As Relíquias da Morte - Parte 2", J.K. Rowling disse que chegou a considerar a morte de Rony em um dos livros da série - embora ela culpe mais seu estado mental na época ao relembrar o processo criativo.

    "Eu pensei em matar um deles. Por pura maldade. 'Pronto, agora vocês definitivamente não podem tê-lo", disse. "Mas acredito que, no fundo do meu coração, embora tenha considerado seriamente matar Rony, [não teria feito".

  • Ela se arrependeu de matar Fred Weasley

    Ainda sobre os Weasley, em 2015 Rowling tweetou um pedido de desculpas por ter matado Fred que junto com seu gêmeo Jorge eram os principais alívios cômicos da série.
    "Hoje gostaria de dizer: sinto muito pelo Fred", escreveu no microblog.

    De acordo com a escritora, era preciso matar um dos membros do clã - afinal de contas, uma família gigante daquelas sobreviver intacta contra as forças de Voldemort seria inverossímil.

    Originalmente, a vítima seria Arthur Weasley, mas por ser uma das únicas (talvez a única?) figuras paternas positivas em toda a franquia, ele sobreviveu aos eventos da série, enquanto não só Fred quanto Tonks e Lupin tomaram seu lugar na lista de mortes.

  • Os pais de Neville nunca se recuperaram da maldição Crucio

    Duas das figuras mais trágicas de toda a série "Harry Potter" são os pais de Neville Longbottom, Franco e Alice, que tiveram suas mentes destruídas graças às torturas causadas pela vilã Bellatrix Lestrange e Barty Crouch Jr. Em uma entrevista ao canal de TV americano NBC, em 2007, Rowling confirmou que os dois nunca se recuperaram, e passaram o resto de suas vidas internados no Hospital St. Mungus.

    "Sei que algumas pessoas tinham esperança disso, e posso entender o porquê já que, de certa forma, o que aconteceu com os pais de Neville é ainda pior do que aconteceu com os pais de Harry. O dano que é causado com magia muito sombria tem efeitos permanentes."

  • Há um quadro de Snape em Hogwarts

    Apesar de todo o ódio nutrido nos sete anos que conviveram juntos, Harry acabou considerando Severo Snape o homem mais corajoso que conheceu, conseguindo se redimir pelos anos como Comensal da Morte e por causar as morte de Lily e Tiago Potter por suas ações como agente duplo.

    Por isso, Rowling acredita que nosso protagonista garantiria que seu velho professor tivesse um quadro na Sala do Diretor de Hogwarts, já que ele assumiu o posto após a morte de Dumbledore e durante o segundo reino de terror de Voldemort.

    "Gosto de pensar que Harry seja instrumental para garantir que o retrato de Snape fosse colocado lá em algum momento", declarou em um bate-papo com fãs.

  • Harry e Rony nunca completaram seus estudos em Hogwarts

    No último livro da série, Harry, Rony e Hermione abandonam seus estudos para partir em busca das Horcruxes de Voldemort.

    Depois do vilão ser finalmente derrotado,Harry e Rony nunca mais voltaram à Escola de Magia como alunos, mas as circunstâncias especiais por trás de suas aventuras garantiram cargos de Auror dentro do Ministério da Magia - o que seria impossível para outros que largaram os estudos.

    Hermione, como é de se esperar, nunca deixaria seus estudos de lado por muito tempo, e completou o Sétimo Ano antes de seguir seus amigos para o Ministério da Magia.

  • Há 11 escolas de magia no mundo - incluindo uma no Brasil

    Em 2016, via um texto no site Pottermore, Rowling confirmou que há um total de 11 Escolas de Magia pelo mundo, incluindo Hogwarts.

    Como citado em certo momento dos livros, o Brasil também tem seu próprio centro de ensino para bruxos, conhecido simplesmente como "Castelobruxo" - que, aliás, já foi assunto de outra matéria do UOL.

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