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25 curiosidades que você talvez não saiba sobre a série "Mortal Kombat"

Montagem/UOL
Imagem: Montagem/UOL

Claudio Prandoni

Do UOL, em São Paulo

30/06/2017 16h33

Em outubro de 2017 a série "Mortal Kombat" celebra 25 anos de existência.

Uma das franquias mais importantes do mundo dos games nos anos 90 e relevante até hoje, com novos jogos e referências mil no universo da cultura pop, "MK" é marcante também pela quantidade de segredos e pequenos 'causos', seja durante o desenvolvimento ou nos títulos em si.

Em homenagem a este importante aniversário de um quarto de século e a todas as importantes conquistas de "Mortal Kombat", listamos 25 curiosidades das mais divertidas e inusitadas sobre a série.

  • "Vou equalizar sua cara!"

    Aqui no Brasil a dublagem em português de "Mortal Kombat X" teve a presença de uma celebridade: a cantora Pitty fez a voz de Cassie Cage. O resultado dividiu opiniões e causou certa polêmica entre os fãs da série.

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    Em outros jogos

    Além de receber figuras de outros universos, a série "MK" também já fez o papel de convidada especial. No primeiro "Injustice" o ninja amarelo Scorpion aparece como lutador extra, mesmo caso de Sub-Zero em "Injustice 2". Já em "NBA Jam Tournament Edition", vemos as aparições de Raiden, Reptile, Scorpion e Sub-Zero como personagens jogáveis - além de membros da equipe de produção, como Ed Boon e John Tobias. "Unreal Championship 2: The Liandri Conflict" tem Raiden como personagem jogável, "MLB Slugfest Loaded" tem Sub-Zero e Scorpion, "The Grid" tem os dois ninjas e também Noob Saibot e "NFL Blitz" traz Raiden e Shinnok.

  • Convidados especiais

    Desde a aparição de Kratos, de "God of War", nas versões para PS3 e Vita do reboot de "Mortal Kombat", a série virou palco para aparições de algumas das figuras mais sinistras do cinema: Alien, Freddy Krueger, Jason Voorhees, Leatherface e Predador.

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    Corrida, puzzle e mais

    Enquanto "MK Deadly Alliance" apresentou o Konquest, um modo de jogo que lembra um RPG, com uma história para acompanhar, a franquia também já hospedou outros minigames mais simples e curiosos. Já "Deception" tinha uma espécie de xadrez e também o Puzzle, com disputas de quebra-cabeça ao estilo "Tetris". Por fim, "Armageddon" apresentou o Motor Kombat, um bizarro clone de "Mario Kart" - só que temático de "Mortal Kombat", claro.

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    Jogos que não são de luta

    Em meados dos anos 90, com o sucesso estrondoso da série, a equipe de produção se lançou a outros experimentos. O primeiro foi "MK Mythologies: Sub-Zero", uma aventura 2D estrelada pelo ninja de gelo. Depois veio o medíocre "Special Forces", protagonizado por Jax, e anos depois o excelente "Shaolin Monks", um beat'em up 3D com Liu Kang e Kung Lao.

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    Filme foi um sucesso

    O primeiro filme da série, lançado em 1995, não é exatamente lembrado com carinho por todos os fãs, mas ele foi um grande sucesso para a época. Ele custou 15 milhões dólares e rendeu 130 milhões de dólares nas bilheterias do mundo. Ah, e ainda deixou de legado o hit Techno Syndrome, sucesso garantido em qualquer academia ou balada retrô.

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    Fatality do Coringa

    Em "Mortal Kombat vs. DC Universe" foi criado um golpe de finalização para o Coringa que foi censurado pela própria equipe de desenvolvimento. Como se tratava de um jogo com os personagens da DC, não era possível mostrar a violência bem gráfica típica de "MK". Isso, porém, não ficou: no reboot de "Mortal Kombat" o feiticeiro Shang Tsung ganhou um Fatality em que ele vira um palhaço e faz o golpe idêntico ao do Coringa - mas desta vez com a câmera mostrando o resultado do tiro à queima roupa desferido pelo palhaço!

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    Nome do Noob Saibot

    Essa já é clássica, mas talvez muitos fãs mais novos não saibam: o nome do ninja Noob Saibot presta homenagem aos dois criadores de "Mortal Kombat", chamados Ed Boon e John Tobias (spoiler: pegue os sobrenomes deles e leia ao contrário).

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    Skarlett

    Dentre as muitas lendas dos primeiros "MK", uma falava sobre Skarlett, uma ninja vermelha que, nos mesmos moldes de Scorpion, Sub-Zero, Reptile e afins, seria uma versão rubra de Kitana e Mileena. De fato, isso foi apenas lenda até... o reboot de "Mortal Kombat", quando ela finalmente apareceu em carne e osso (e muito sangue!) como personagem extra.

  • Divulgação

    Apelidos

    Durante o desenvolvimento de cada jogo, personagens inéditos costumavam ganhar apelidos para facilitar a identificação antes de serem batizados definitivamente. Os robôs Cyrax e Sektor definitivamente tinham os mais criativos: o vermelho era Ketchup enquanto o amarelinho, óbvio, era o Mostarda.

  • Reprodução

    Cameron Diaz seria Sonya no cinema (mas quebrou o pulso)

    Antes de ficar famosa, a atriz Cameron Diaz foi escalada para viver Sonya Blade no cinema. O problema foi, justamente, começar os treinamentos de artes marciais para o filme. "Ela quebrou o pulso pouco antes de começarmos as filmagens, de um jeito que ela não conseguiria fazer as cenas de artes marciais que precisávamos", revelou a produtora Lauri Apelian em entrevista ao site The Hollywood Reporter em 2015.

  • Reinaldo Canato/UOL

    Ed Boon e o arpão

    Desde o primeiro "Mortal Kombat", quem faz a voz de Scorpion quando ele joga o arpão e faz o icônico grito de "Get Over Here!" é o próprio Ed Boon, um dos criadores da série.

  • Reprodução/Kotaku Australia

    Códigos secretos dos fliperamas

    Demorou mais de 20 anos, mas fãs de "MK" descobriram códigos especiais nos fliperamas para habilitar menus secretos nos três primeiros jogos da série. Neles é possível visualizar relatórios de erro, jogar minigames e até assistir a todos os fatalities do game.

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    Motivou a criação de classificação indicativa nos EUA

    Antes de "Mortal Kombat", não havia nos Estados Unidos um órgão independente que indicasse as idades sugeridas para cada game. A violência (à época) exagerada do game motivou debates acalorados, até mesmo entre políticos nos EUA, e culminou na criação do Entertainment Software Rating Board, o ESRB, que analisa os jogos e informa as idades recomendadas para cada um.

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    Truque do sangue

    Ainda que um dos grandes trunfos do primeiro "MK" em relação à concorrência fosse a violência, com golpes fazendo jorrar sangue digital pela tela, as versões do game para Mega Drive e Super Nintendo não exibiam sangue. Quer dizer, o SNES não tinha, enquanto no Mega Drive era só usar o famoso código ABACABB para liberar o líquido vermelho nas lutas. Outra curiosidade: o truque é homenagem ao álbum "Abacab", da banda Genesis.

  • Arte/UOL Jogos

    Aventureiros do Bairro Proibido também foi inspiração

    Dentre as muitas obras que serviram de inspiração para "Mortal Kombat", uma das mais notáveis é o filme "Aventureiros no Bairro Proibido" ("Big Trouble in Little China", no original em inglês). O personagem Thunder inspirou o deus do trovão Raiden (até os chapéus são parecidos!) e o vilão Lo Pan foi referência para o também vilão Shang Tsung.

  • Montagem sobre imagens de reprodução

    Time pequeno

    Para os padrões de hoje em dia vai parecer brincadeira, mas acredite: o primeiro "Mortal Kombat" foi criado por uma equipe de apenas 4 pessoas no curto período de 10 meses!

  • Divulgação

    Brandon Lee seria Johnny Cage

    Outro ator que estava escalado para o primeiro filme de "Mortal Kombat" e acabou não participando do longa-metragem é Brandon Lee, o filho do lendário Bruce Lee. Ele faria o papel do canastrão Johnny Cage, mas antes de iniciar os trabalhos no filme ele sofreu o terrível acidente no set de gravação de "O Corvo", em que uma arma, supostamente de mentira, do set disparou uma bala de verdade e matou o ator. Ele acabou sendo substituído por Linden Ashby.

  • Reprodução

    Van Damme inspirou o jogo

    Ainda em estágio bem inicial de desenvolvimento, o primeiro "Mortal Kombat" tinha como 'muso inspirador' o astro Jean-Claude Van Damme. A equipe queria ter ele presente no jogo, tanto que a ideia era criar uma adaptação do filme "Soldado Universal".

  • Arte/UOL Jogos

    Rain X Prince

    Dentre os muitos ninjas coloridos do cardápio de "Mortal Kombat" está o guerreiro roxo Rain. A história dele é bem curiosa: ele aparecia nas lutas de demonstração do fliperama de "Ultimate Mortal Kombat 3" enfrentando Shao Kahn, mas... ninguém sabia como habilitar ou mesmo lutar contra ele! Claro, foi só mais uma das brincadeiras da equipe de produção e ele não estava disponível no game. Isso mudou nas versões para videogame, onde Rain virou um personagem jogável. Ele é homenagem à música "Purple Rain", do Prince.

  • Reprodução

    Animality era lenda e virou real

    Não exagero quando digo que os primeiros "MK" tinham muitas e muitas lendas e segredos (talvez alguns ainda não descobertos até hoje!). Um deles era o Animality, em "Mortal Kombat II". Segundo os rumores, existia um 'Fatality' secreto para cada lutador em que ele virava um animal e dava cabo do adversário - o que só ganhou força quando todos viram o Fatality em que Liu Kang vira um dragão. De fato, em "MKII" isso não existia, mas virou realidade em "Mortal Kombat 3".

  • Arte/UOL Jogos

    Truque radical

    A popularidade de "Mortal Kombat" é tamanha que chega em áreas bem inesperadas. Em campeonatos de patins inline há um movimento, em que o atleta faz uma espécie de voadora no ar, chamado Liu Kang.

  • Reprodução

    Fergality!

    Mais um dos segredos bem guardados de "Mortal Kombat II". Na versão do game para Mega Drive, Raiden possui um golpe de finalização secreto em que ele transforma o adversário em Fergus McGovern, um dos desenvolvedores dessa edição do jogo.

  • Arte/UOL Jogos

    Ermac veio de um erro no MK1

    Um dos menus secretos do primeiro "MK" fazia referência a um tal de Ermac e logo isso virou, claro, uma lenda. O rumor dava conta de um ninja vermelho chamado Ermac, que também estava escondido no game, assim como Reptile. De fato, Ermac era apenas sigla para Error Macro, um dos muitos relatórios de bug do game, mas a história virou combustível para mais um ninja colorido, que surgiu em "Ultimate MK 3".

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    Toasty?

    Presente desde o primeiro "MK", o carinha que aparece às vezes no canto da tela e grita 'Toasty!' é Dan Forden, diretor de som que trabalha na série até hoje.

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