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5 curiosidades que só vai lembrar quem jogou "Elifoot" nos anos 90

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Claudio Prandoni

Do UOL, em São Paulo

22/05/2017 16h51

Pode se sentir velho: o clássico gerenciador de futebol "Elifoot" completa nesta temporada a marca de 30 anos desde o lançamento da primeira versão.

Criado pelo português André Elias para computadores, o game angariou uma enorme legião de fãs apaixonados no Brasil, onde o jogo era facilmente distribuído em disquetes e presença quase garantida em todos os 'laboratórios de informática' pelas escolas.

Precursor de títulos mais elaborados, como os da série "Championship Manager" e "Football Manager", o "Elifoot" ainda vive com versões mais modernas e até edições para smartphones e tablets.

Celebramos o aniversário de três décadas da série relembrando alguns fatos marcantes:

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    Fácil de atualizar!

    "Elifoot" não era lá um jogo muito complexo em termos técnicos. Para atualizar times e elencos dos campeonatos era só mexer em alguns arquivos de texto dentro do jogo e pronto! Nada de baixar arquivos gigantes de atualização ou sofrer com a falta de licenciamento de equipes e atletas.

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    Chicotadas psicológicas

    Ao final de cada rodada das competições, sempre que algum técnico era demitido, rolavam as 'chicotadas psicológicas' - basicamente, os anúncios de demissões e contratações das equipes. Imagine só se tivéssemos isso também no Brasileirão, seriam muitas as 'chicotadas'...

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    Cordeirinho, caneleiro...

    Criado em Portugal, "Elifoot" obviamente usa, por assim dizer, uma versão mais lusitana do idioma que aqui no Brasil pode soar estranha, diferente ou só engraçada mesmo. Por exemplo, para definir o temperamento de jogadores mais tranquilos o game se refere a eles como 'cordeirinhos', enquanto os atletas um pouco mais violentos já são chamados de 'caneleiros'!

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    Torcer... e voltar no tempo!

    Os ajustes de equipe e estratégia são mínimos nas versões mais antigas de "Elifoot", deixando muito pouco espaço para tática e bastante para a torcida... e alguns macetes menos convencionais. Por exemplo, ao perder uma partida importante dava sempre para simplesmente fechar o jogo, carregar o save novamente e tentar de novo até ganhar! Simples, né?

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    Montagem/UOL Jogos
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    Cheio dos truques

    Edições um pouco mais elaboradas do "Elifoot" fizeram tanto sucesso que ganharam até uma ferramenta própria para fazer trapaças no jogo, como ter quantidades absurdas de dinheiro, atletas super habilidosos e muito mais. Para muitos técnicos digitais, o Cheat-O-Matic salvou a pátria ou, melhor dizendo, a temporada muitas e muitas vezes.

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