Retrô

5 lições que o mini NES ensina para o Mega Drive da Tectoy

Claudio Prandoni

Do UOL, em São Paulo

16/11/2016 20h36

No mesmo ano em que a Nintendo coloca no mercado uma versão miniatura do NES, a Tectoy anuncia no Brasil um relançamento do Mega Drive.

Ambos compartilham algumas semelhanças, como jogos na memória e controles em formato clássico, mas também apresentam muitas diferenças.

Enquanto o pequeno NES já saiu, a nova versão do 16-bits está prevista para junho de 2017 e pode aprender muitas lições boas e ruins com o console retrô da Nintendo.

  • Imagem: Claudio Prandoni/UOL
    Claudio Prandoni/UOL
    Imagem: Claudio Prandoni/UOL

    Fio do controle

    Por razões que fogem à lógica, o NES Classic traz um controle com fio extremamente curto. Não sabemos ainda a extensão do cabo do joystick do novo Mega Drive, mas a promessa é de uma recriação do controle original (que já tem uma extensão generosa) e controles antigos funcionam numa boa também.

  • Imagem: Montagem/UOL
    Montagem/UOL
    Imagem: Montagem/UOL

    Cartuchos

    Aqui o ponto é para o Mega Drive. Ainda que a seleção de jogos do pequeno NES seja muito boa, ela é limitada. Não é possível comprar novos jogos ou mesmo usar cartuchos, algo que o novo Mega vai permitir. O 16-bits também tem limitações - alguns cartuchos com chips especiais, tipo "Virtua Racing", não funcionam -, mas já é melhor do que no mini NES.

  • Imagem: Divulgação
    Divulgação
    Imagem: Divulgação

    Emulador

    Apesar de muitos fãs terem pedido para o novo Mega Drive da Tectoy contar com um hardware recriado em vez de um emulador, o resultado do NES Classic mostra um caso bem positivo para utilizar um emulador em console retrô. O software é mais fácil de adaptar para o sinal de digital do HDMI e permite funções como filtros gráficos (o mini NES tem um que simula o visual de TVs de tubo) e save states.

  • Imagem: Divulgação
    Divulgação
    Imagem: Divulgação

    HDMI

    O novo Mega Drive não vai ter saída HDMI, só saída de vídeo composto. Segundo a Tectoy, a inclusão do HDMI deixaria o produto caro demais e não resultaria em qualidade e som melhores. Porém, é inegável a praticidade do HDMI. É só plugar um cabo para cuidar de áudio e vídeo, sem contar que a definição de imagem, quando trabalhada para o sinal digital do HDMI, é bem melhor. Para o novo Mega Drive não deu, mas para eventuais reedições do Mega ou outros aparelhos seria legal considerar este tipo de saída.

  • Imagem: Reprodução
    Reprodução
    Imagem: Reprodução

    Manuais digitais

    Uma ideia muito legal que parece bem tranquila para a Tectoy adaptar para o relançamento do Mega Drive é a presença de versões digitais dos manuais dos games na memória do mini NES. Os arquivos não estão disponíveis no próprio videogame, mas sim em um site comum. Mais do que ensinar os comandos e modos de partida, os manuais trazem ilustrações que incríveis, carregadas da nostalgia dos anos 80 e 90. Leia mais

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