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5 videogames que falharam miseravelmente

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Do UOL, em São Paulo

10/08/2017 04h00

Sempre que um novo videogame é anunciado a expectativa vai lá no alto. Entre questões envolvendo jogos, potência e ideias inovadoras, nem sempre as ideias colocadas em prática pelas fabricantes correspondem ao esperado. E o resultado disso, normalmente, é uma grande decepção.

Abaixo listamos cinco consoles que falharam miseravelmente em suas propostas. Confira!

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    Zeebo

    Fabricante: Zeebo Inc. (Tectoy S.A. e Qualcomm)
    Lançado em: 2009
    O que pretendia: ser um console de baixo custo e acessível em países emergentes.
    Falhou porque: a ideia inicial de ser um console com hardware mais simples (baseado em chips de celular) e acessível era interessante. O Zeebo também apostou na distribuição digital de seus games, o que era feito por uma rede 3G que não demandava assinatura. Na realidade, porém, a coisa não funcionou bem: os games nada mais eram do que versões adaptadas de jogos para celular e apareceram em pequenas quantidades, a rede 3G não era exatamente adequada para downloads e o console, de maneira geral, não conseguia rivalizar com aparelhos populares à época, caso do PlayStation 2.

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    N-Gage

    Fabricante: Nokia
    Lançado em: 2003
    O que pretendia: unir, convenientemente, um celular e um videogame portátil.
    Falhou porque: em uma era pré-smartphones, ter a possibilidade de usar o mesmo aparelho como celular e console portátil era tentadora. Essa era a premissa do N-Gage, que prometia ser um celular capaz de ir além do famoso "jogo da cobrinha". Não deu certo: os controles não eram práticos, o aparelho não era potente e havia problemas sérios de design - para trocar de jogo, era necessário remover a bateria do aparelho.

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    Jaguar

    Fabricante: Atari
    Lançado em: 1993
    O que pretendia: oferecer um poder sem precedentes, com um console de 64-bit em um mercado ainda dominado por aparelhos 16-bit.
    Falhou porque: um controle bizarro, falta de apoio de desenvolvedoras, dúvidas sobre sua real capacidade de processamento e jogos de baixa qualidade foram alguns dos (vários) problemas enfrentados pelo Jaguar durante sua curta existência. Ele chegou a ter acessórios, como um leitor de CD e um headset de realidade virtual, mas nada evitou que o aparelho fosse para o buraco - e levasse a Atari junto.

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    3DO

    Fabricante: Panasonic, Sanyo e GoldStar
    Lançado em: 1993
    O que pretendia: ser um "console padrão", com alta tecnologia e que pudesse ser fabricado por diversas empresas mediante pagamento de licença.
    Falhou porque: caríssimo, o 3DO teve preço inicial de absurdos US$ 699,99. O modelo da Panasonic era o mais comum (ou menos raro) e chegou a ter uma versão mais simples e barata lançada em 1994. Isso, somada à biblioteca de games limitada fez o videogame ser um fracasso de crítica e público, que ficou ainda mais aparente com a chegada do PlayStation e do Saturn.

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    Virtual Boy

    Fabricante: Nintendo
    Lançado em: 1995
    O que pretendia: permitir que os jogadores experimentassem games em 3D imersivo usando um aparelho compacto.
    Falhou porque: acima de tudo, o Virtual Boy era um console ruim. E nada escapa dessa crítica, seja o visual dos games, extremamente simples, o tamanho da biblioteca, com apenas 22 jogos lançados, e a posição de jogar nada ergonômica. Além disso, usar o videogame cansava - tanto que os cartuchos tinham a opção de pausar a cada 15 ou 30 minutos para o jogador descansar os olhos - e era caro, sendo vendido por US$ 179,95 à época.

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