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9 detalhes que mostram que novo "Zelda" é o "Witcher" da Nintendo

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Falta menos de um mês para a chegada do próximo e ambicioso jogo da série "The Legend of Zelda"! Imagem: Reprodução

Victor Ferreira

Do UOL, em São Paulo

09/02/2017 11h21

Em 3 de março, "The Legend of Zelda; Breath of the Wild" chega às lojas, marcando um fim e um novo começo para a Nintendo, sendo o último grande game do Wii U e primeiro grande lançamento do novo console da empresa, o Switch.

Com três anos de expectativa e um legado de 30 anos nas costas, "Breath of the Wild" tem como missão revitalizar a série e reconquistar o público. A Nintendo parece estar trabalhando duro para que isto aconteça, deixando de lado muitas das "vacas sagradas" que definiram a franquia nestes últimos tempos, e se espelhando em RPGs ocidentais como "Skyrim" e "The Witcher" para criar um mundo aberto e cheio de segredos para descobrir.

Separamos algumas das principais novidades de "The Legend of Zelda: Breath of the Wild" que mostram que a Nintendo está criando sua aventura mais ambiciosa até hoje.

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    Maior e melhor: a nova Hyrule

    Com um mapa 8 vezes maior do que "Skyrim", a Hyrule de "Breath of the Wild" promete trazer um mundo enorme e repleto de segredos a serem descobertos pelos jogadores.

    Para se ter uma noção, a região mostrada na demo da E3 2016, conhecida como "The Plateau" - que tem vários altares, um chefe e vários biomas - representa apenas 2% do mapa total.

    Não é à toa que a Monolith Soft, conhecida pelos mapas gigantes de "Xenoblade Chronicles", ajudou a Nintendo no desenvolvimento do jogo

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    Liberdade total de exploração

    No passado, era preciso visitar praticamente todos os templos e calabouços e derrotar os chefes antes de partir para a batalha final.

    Agora, de acordo com os desenvolvedores, o jogador poderá seguir direto da área inicial até a área final para enfrentar o último chefe do jogo.

    "Qualquer um pode chegar até o objetivo sem fazer mais nada", explicou o produtor Eiji Aonuma. "Há duas possibilidades: ou eles são jogadores ótimos ou podem ser um pouco loucos."

    "Mas não é impossível. Eu criei o jogo assim."

    Pode não ser impossível, mas a Nintendo colocou inimigos mais desafiadores nestas áreas do game, encorajando jogadores a procurar novos e melhores equipamentos para Link antes de prosseguir com a aventura.

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    Mecânicas de RPG

    Em "Zelda: Breath of the Wild", a Nintendo implementou mecânicas já vistas em diversos RPGs clássicos e modernos.

    Agora, por exemplo, é possível fazer com que Link descanse em alojamentos para recuperar energia - chegando a ganhar corações extras por gastar rupees extras para alugar uma cama mais confortável.

    Além disso, é possível fabricar seu próprio equipamento, incluindo armas e armaduras, ao conseguir diferentes metais - sendo que cada tipo de arma tem suas próprias vantagens e limitações.

    Para mostrar que a Nintendo abraçou os conceitos de RPGs de "Zelda", será até possível acampar e usar fogueiras para passar o tempo.

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    Calabouços novos e diferentes

    Muitos dos novos calabouços não seguem o modelo clássico dos jogos da série, como revelou um teste da revista Game Informer.

    Talvez a maior mudança seja que, durante a exploração, o repórter da revista não encontrou uma bússola para identificar os itens espalhados pela área.

    O calabouço também traz uma mecânica curiosa, em que é possível mudar toda a configuração do local - possivelmente nos moldes da "Mansão-Relógio" de "Dishonored 2"

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    Mudanças de clima, mudanças no combate

    O novo "Zelda" terá um sistema de clima dinâmico, com chuvas, ventos e outros eventos naturais ocorrendo aleatoriamente.

    Além de reações comuns, como pessoas se abrigarem da chuva, as mudanças de clima podem afetar o combate de formas significativas: em tempestades, por exemplo, é possível que a espada e escudo de metal de Link possam atrair raios, que causarão danos significativos; já em terrenos nevados, certos animais, como lobos, tem uma mobilidade maior, diferente de nosso herói.

  • Dublagem

    Pela primeira vez na história da franquia, um "Legend of Zelda" terá dublagem completa para personagens.

    Finalmente, após décadas de grunhidos, risadas e uma ou outra fala gravada ("Hey! Listen!"), agora será possível ouvir os diálogos com a princesa Zelda, o velho senhor que ajuda Link no início de sua jornada e vários outros personagens.

    Por enquanto, porém, não há indicação de que "Breath of the Wild" terá qualquer tipo de localização em português, incluindo tradução de menus e legendas.

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    Link, domador de cavalos

    O mundo de "Breath of the Wild" é repleto de cavalos que podem ser encontrados e domados como montaria para Link

    O jogador tem acesso a diversos cavalos diferentes e pode guardá-los nos diversos estábulos espalhados pelo mundo.

    Além disso, é possível fortalecer o elo entre Link e sua montaria ao alimentá-los e cuidar bem deles. Por outro lado, caso o jogador não tome cuidado, estes cavalos podem ser mortos por inimigos.

    Mas não se preocupe, Link ainda terá a égua Epona como montaria durante o jogo, embora a Nintendo não tenha revelado em que momento os dois poderão se encontrar. E nada mais justo, já que mesmo em "The Witcher" Geralt ainda tinha um único cavalo - o memético Carpeado - para ajudá-lo a atravessar o mundo

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    Jornada solitária

    Em diversos jogos de "Legend of Zelda", Link é acompanhado por alguém que o ajuda em sua aventura: Navi em "Ocarina of Time", Midna em "Twilight Princess", King of Red Lions em "Wind Waker", etc.

    Desta vez, porém, para fazer jogadores "escolherem seu próprio caminho", Link não será acompanhado por ninguém durante a aventura.

    Ainda assim, é possível receber dicas extras por meio do Sheikah Slate - o tablet que o herói carrega consigo.

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    Final alternativo

    Em entrevista ao IGN Portugal, Aonuma revelou que "Breath of the Wild" terá mais de um final, dependendo das ações do jogador durante a aventura.

    "Existe sim um final alternativo, caso você cumpra determinados critérios", declarou. "Se fizer algumas coisas, poderá ver um final diferente".

    Logicamente, o produtor não deu mais detalhes sobre o que é necessário para desbloquear este final, mas mostra mais um paralelo com RPGs ocidentais, cujos finais muitas vezes dependem de ações e decisões do jogador. Leia mais

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