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Veja 7 jogos de Mega Drive que merecem ganhar novas versões

Rodrigo Lara

Do UOL, em São Paulo

05/07/2016 12h39

Juntamente com o SNES, o Mega Drive protagonizou a disputa pela preferência dos jogadores na era dos consoles 16-bits. Ao lado do rival da Nintendo, o console da Sega foi berço de diversas franquias que perduram até os dias atuais, com destaque para games esportivos e jogos com temática mais adulta.

Alguns desses acabaram deixados de lado com o passar dos anos ou simplesmente ganharam sequências que podem - e em alguns casos, devem - ser facilmente esquecidas, como é o caso de "Road Rash" ou ainda "Shinobi. 

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    The Revenge of Shinobi

    Produtora: Sega | Lançamento: 1989 | Gênero: Ação e plataforma

    Sequência do arcade "Shinobi", "The Revenge of Shinobi" foi o primeiro dos três episódios da série no Mega Drive. À época, chamava a atenção pelo tamanho dos personagens na tela, os difíceis chefes de fase e, também, pela possibilidade de se usar magias poderosas - e com efeitos bem bacanas;

    Após "Shinobi III", de 1993, a série só foi aparecer em 1995, com "Shinobi Legions" para Saturn e, posteriormente, com "Shinobi" (2002) e "Nightshade" (2003) para PlayStation 2. Na versão para Saturn, o jogo ainda conseguiu agradar os fãs da franquia, mas ambos os títulos para PS2 foram medianos. Há ainda "Shinobi 3D", para Nintendo 3DS, que também não ajudou a reviver os dias de glória da franquia. Com isso, a saga de Joe Musashi contra a organização Neo Zeed permanece na geladeira.

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    Comix Zone

    Produtora: Sega | Lançamento: 1995 | Gênero: Ação e plataforma

    "Comix Zone" poderia ser um típico game de "porradinha". De fato, o personagem Sketch Turner explora os cenários e precisa derrotar inimigos para prosseguir. Há, porém, uma grande diferença em relação aos jogos do gênero, uma vez que Turner está dentro de uma revista em quadrinhos que ele mesmo desenhou.

    Com isso, os blocos de desenhos da revista acabam constituindo partes únicas do cenário e Turner avança atravessando essas margens. Além disso, ele consegue procurar itens escondidos rasgando o papel. Os diálogos são feitos por meio de balões e mantêm o a direção de arte única do game. Infelizmente, essas qualidades nunca serviram de argumento para uma continuação.

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    Chakan - The Forever Man

    Produtora: Sega | Lançamento: 1992 | Gênero: Ação e plataforma

    Game de ação no estilo "Castlevania", "Chakan - The Forever Man" tem temática obscura e é baseado em uma história de Robert Kraus. Ela retrata Chakan, um guerreiro confiante em suas habilidades a ponto de desafiar a morte, dizendo que nem ela o venceria.

    Como resultado da audácia, ele precisa atravessar quatro planos elementais, cada um com uma sequência de fases, que podem ser acessadas em qualquer momento. Uma vez em cada uma delas, uma ampulheta limita o tempo que ele pode ficar em cada estágio. O game tem alto nível de dificuldade e, se não teve sequência, alguns elementos de sua progressão - como a possibilidade de explorar ambientes na ordem que quiser - foram vistos em outros jogos, como "Demon's Souls".

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    Shining in the Darkness

    Produtora: Climax Entertainment e Sonic! Software Planning | Lançamento: 1991 | Gênero: RPG

    Apesar de conhecida mais pelo seu segundo episódio, "Shining Force", de 1992, a série "Shining" estreou em 1991 com "Shining in the Darkness", para Mega Drive. O jogo se tratava de um RPG em primeira pessoa, no qual o jogador encarava labirintos e enfrentava monstros. A sequência, "Shining Force", mudou de estilo e passou a ser um game de estratégia com elementos de RPG e visão superior, fórmula repetida em "Shining Force II" e "Shining Force CD".

    Desde então, a série teve diversos games lançados, mas a maioria no Japão - o último a chegar no país asiático foi "Shining Resonance", um RPG mediano de 2014 para PlayStation 3. O Ocidente, por sua vez, viu pela última vez um lançamento oficial da série com "Shining Force EXA", jogo de 2007 para PlayStation 2 que passou longe de repetir o sucesso dos primeiros da série.

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    Road Rash

    Produtora: Electronic Arts | Lançamento: 1991 | Gênero: Corrida e ação

    Um dos ápices do politicamente incorreto no Mega Drive, "Road Rash" era um game de corrida de motos em estradas abertas, mas com um tempero: era possível acertar os adversários com socos, pontapés e até mesmo armas, como um pé-de-cabra e correntes. Além dos corredores adversários, a polícia também dava a cara para atrapalhar a brincadeira.

    Os resultados nas corridas rendiam prêmios em dinheiro, que permitiam comprar motos mais potentes. No Mega Drive, foram três capítulos do jogo, sendo que "Road Rash II" é o mais memorável. A série continuou com versões para Nintendo 64 e PlayStation, sendo "Road Rash: Jailbreak", game de 2000 para o console da Sony, o último capítulo. Nenhuma dessas versões, porém, repetiram o sucesso da trilogia para o console da Sega.

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    Beyond Oasis

    Produtora: Ancient | Lançamento: 1994 | Gênero: Ação e RPG

    "Beyond Oasis" poderia ser, facilmente, considerado o "Zelda" de Mega Drive. O RPG de ação utiliza uma visão superior e possui vários elementos parecidos com o sucesso da Nintendo. Há, contudo, características originais que fazem esse game brilhar por conta própria.

    O jogador controla o príncipe Ali, que descobriu um bracelete dourado e precisa deter o usuário do bracelete prateado, que o usa para fins maléficos. Para isso, ele explora o reino de Oasis, utilizando ataques físicos - tirando a faca padrão, todas as armas recolhidas têm durabilidade limitada -, magias e invocações. É um jogo com um visual muito bonito, incluindo cenários coloridos e personagens grandes, com destaque para os chefes de fase. O game até ganhou uma sequência para Saturn em 1996, "The Legend of Oasis", que acontece antes da história principal, e teve uma versão para o Virtual Console do Wii, em 2007, mas parou por aí.

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    Streets of Rage

    Produtora: Sega | Lançamento: 1991 | Gênero: Beat'em up

    Com três games, a série "Streets of Rage" marcou época no Mega Drive, seja pelos gráficos apurados para a época ou pelas músicas - nesse último caso, destaque para o segundo game da franquia. O jogo era uma resposta à altura para "Final Fight", que fazia sucesso no rival SNES.

    No início, o jogador escolhia entre três personagens - quatro, no segundo e no terceiro game -, cada um com habilidades distintas. A meta era acabar com uma gangue de criminosos, enfrentando hordas de inimigos e chefões no processo. Depois de "Streets of Rage 3" a série ficou completamente de lado e não teve nenhum episódio adicional lançado.

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