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Veja os 10 videogames mais fracassados de todos os tempos

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Do UOL, em São Paulo

30/05/2017 16h54

O mundo dos videogames tem uma boa dose de aparelhos que marcaram época, seja por ideias diferentes e inovadoras ou uma seleção de títulos sensacional.

Porém, dentre estas pérolas há também histórias não tão felizes. No passado, muitas empresas de outras áreas se aventuraram nos jogos eletrônicos, dando vida a aparelhos bizarros que passaram longe de justificar o investimento.

Até mesmo fabricantes consagradas do ramo, como Atari e Nintendo, já tropeçaram feio em videogames com conceitos que, de cara, não tinham como dar certo - mas de alguma forma os projetos seguiram adiante.

Listamos abaixo dez dos casos mais emblemáticos e convidamos você a comentar também. Para você, quais videogames decepcionaram?

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    3DO

    O 3DO (1993) foi lançado pela empresa homônima de Trip Hawkins, um dos fundadores da Electronic Arts. Foi um dos pioneiros da 5ª de geração, mas era extremamente caro (US$ 699). Talvez seu grande mérito foi deixar de legado a série "Need for Speed".

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    Gizmondo

    Lançado em 2005, o Gizmondo era para ser um portátil 'faz tudo' - tinha até multiplayer via bluetooth. Mas, sem jogos de expressão, caiu logo no esquecimento. O Gizmondo é mais lembrado pelas conexões com o crime organizado da fabricante e o acidente de um de seus executivos com uma Ferrari de US$ 2 milhões.

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    Jaguar

    O Jaguar foi lançado pela Atari em 1993, batendo na tecla que era o único videogame de 64 bits de sua geração. A afirmação foi objeto de controvérsia, já que os principais componentes do videogame eram de 32 bits. De todo jeito, o felino da Atari tinha um controle desnecessariamente complexo e games esquecíveis. Só "Aliens vs. Predator" se salvava.

  • Imagem: Evan-Amos/Creative Commons
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    Lynx

    O portátil Lynx (1989), da Atari, foi lançado no mesmo ano do Game Boy e, embora fosse bem mais avançado - foi o primeiro portátil com tela colorida - não conseguiu competir com o preço bem menor (US$ 179,95 contra US$ 89,99) e a linha de jogos - a começar por "Tetris" - do pequeno notável da Nintendo.

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    N-Gage

    Em 2003, a gigante Nokia entrou no mercado de portáteis, lançando o N-Gage, uma mistura de videogame com celular. Não fez bem nem uma coisa nem outra: para trocar os jogos, era necessário retirar a bateria e era necessário segurar o aparelho de lado para telefonar. Com preço de US$ 299, perdeu feio para o Game Boy Advance, cuja versão SP saía por US$ 99.

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    Phantom

    Anunciado em 2002, o Phantom prometia ser uma máquina compatível com PC e com uma característica revolucionária (para a época): acesso a jogos por download. Apesar de um protótipo ter sido mostrado na E3 de 2004, o console nunca foi lançado e virou uma das maiores piadas (prontas) da indústria.

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    Philips CD-i

    O Philips CD-i era vendido como um tocador de CD interativo com capacidade para rodar jogos. Ficou mais famoso pelo acordo que a empresa holandesa fez com a Nintendo, de criar um CD-ROM para o Super Nintendo, mas tudo que conseguiu foi fazer os piores jogos de "Legend of Zelda" da história.

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    Pippin

    O Pippin (1995) foi um console da Bandai baseado em tecnologia da Apple. Foi um dos primeiros videogames a conectar com a internet, mas era lento, caro (US$ 599) e tinha apenas 18 jogos

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    Virtual Boy

    A Nintendo é uma das maiores empresas de games da história, mas não escapou de alguma burradas. Uma delas foi o Virtual Boy (1995) que, embora soasse revolucionário com seu 3D estereoscópico, era um videogame desengonçado e carecia dos grandes sucessos da Nintendo.

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    Zeebo

    Com participação da Tectoy, o Zeebo (2009) foi projetado para atuar em países emergentes, com games mais simples e comprados via distribuição digital. Porém, com tecnologia defasada - já havia os smartphones, bem mais avançados -, atraiu pouca atenção dos usuários e teve sua produção encerrada em 2011.

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