League of Legends: Clash of Fates
A Riot Games é uma empresa novata na indústria, mas seus integrantes foram responsáveis por uma das maiores febres dos últimos anos no PC: "Defense of the Ancients Allstars", uma modificação de "Warcraft III: The Frozen Throne" que virou padrão para o gênero de estratégia em tempo real e foi incluída em diversos campeonatos de prestigio ao redor do mundo.
O primeiro jogo da nova companhia, que conta também com veteranos da Blizzard, Valve, Electronic Arts e Activision é "League of Legends: Clash of Fates", o início de uma franquia totalmente inédita, mas que não vai para muito longe do que foi visto em "Defense of the Ancients". A diferença é que agora há todo um novo universo a ser explorado, com uma campanha completa inspirada em histórias em quadrinhos. Os personagens são bem chamativos e contam com designs bem singulares: há desde uma garotinha dona de um ursinho de pelúcia que se transforma em um monstro horrendo ou um mestre das artes marciais que luta com seis espadas ao mesmo tempo.
O esquema de jogo é focado nas partidas multiplayer online, dividindo até doze jogadores em dois times colocados em uma arena, com o objetivo de atacar determinados alvos espalhados pelo mapa. Os participantes escolhem seus avatares, que ganham experiência e habilidades de acordo com as batalhas vencidas - são dezenas disponíveis, mas só é possível utilizar algumas de cada vez. O lado bom é que tais upgrades são persistentes, o que serve também para nivelar os usuários pelo seu nível de habilidade e tempo de jogo.
A empresa também investiu bastante na estrutura da comunidade do game, na tentativa de criar algo parecido com a Battle.Net da Blizzard, com chat entre os participantes, ranking e outros serviços, como criação de clãs e gerenciamento de estatísticas.
O primeiro jogo da nova companhia, que conta também com veteranos da Blizzard, Valve, Electronic Arts e Activision é "League of Legends: Clash of Fates", o início de uma franquia totalmente inédita, mas que não vai para muito longe do que foi visto em "Defense of the Ancients". A diferença é que agora há todo um novo universo a ser explorado, com uma campanha completa inspirada em histórias em quadrinhos. Os personagens são bem chamativos e contam com designs bem singulares: há desde uma garotinha dona de um ursinho de pelúcia que se transforma em um monstro horrendo ou um mestre das artes marciais que luta com seis espadas ao mesmo tempo.
O esquema de jogo é focado nas partidas multiplayer online, dividindo até doze jogadores em dois times colocados em uma arena, com o objetivo de atacar determinados alvos espalhados pelo mapa. Os participantes escolhem seus avatares, que ganham experiência e habilidades de acordo com as batalhas vencidas - são dezenas disponíveis, mas só é possível utilizar algumas de cada vez. O lado bom é que tais upgrades são persistentes, o que serve também para nivelar os usuários pelo seu nível de habilidade e tempo de jogo.
A empresa também investiu bastante na estrutura da comunidade do game, na tentativa de criar algo parecido com a Battle.Net da Blizzard, com chat entre os participantes, ranking e outros serviços, como criação de clãs e gerenciamento de estatísticas.
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