#FAIL: UOL Jogos seleciona 30 consoles e portáteis que fracassaram

Akira Suzuki

Do UOL, em São Paulo

  • Montagem com imagens de Evan-Amos/Creative Commons

    Virtual Boy, Zeebo e Phantom são alguns dos consoles que não deram certo

    Virtual Boy, Zeebo e Phantom são alguns dos consoles que não deram certo

O mercado de consoles e portáteis é feroz. Poucas empresas conseguiram achar um lugar ao sol nessa guerra sangrenta. A Atari já dominou o mercado, depois veio a Nintendo, a Sega foi uma boa competidora, e, agora, Sony e Microsoft, além da Big N, disputam o topo.

Isso significa que a grande maioria ficou pelo caminho. Alguns, como o Dreamcast, sucumbiram mesmo com um nome forte e estratégia correta. Não chegou a fazer feio, com pelo menos oito milhões de unidades vendidas, mas encontrou um colosso chamado PlayStation 2.

Mas, na maioria das vezes, a concorrência cai por não trazer o essencial: um bom catálogo de jogos. Mas como conseguir isso se você não tem reputação na área? É isso que torna o mercado de hardware tão difícil. O preço é outro fator-chave: mesmo mais modestos, consoles mais econômicos tem mais chance de sucesso. É a clara estratégia da Nintendo (que também não escapou ter um grande fracasso, o Virtual Boy).

A seguir, UOL Jogos mostra 30 consoles e portáteis que ousaram desafiar os grandes, mas falharam miseravelmente. Tem desde um aparelho que roda Laser Disc e que custava pelo menos US$ 1,6 mil (LaserActive) até um console que prometeu, prometeu e nunca saiu (é você mesmo, Phantom). Veja, leia as histórias curiosas e, como sempre, deixe seus comentários.

Consoles e portáteis que fracassaram
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