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Opção gratuita à "Overwatch", "Paladins" já tem 400 mil jogadores no Brasil

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Barbara Gutierrez

Do UOL, em São Paulo

10/02/2017 16h28

Versão gratuita de “Overwatch”? Os fãs de “Paladins” acreditam que o jogo é muito mais do que isso. O shooter colorido da Hi-Rez, disponível para PC, pode até seguir os mesmos princípios encontrados no famoso FPS da Blizzard, mas isso porque ambos têm como inspiração a clássica e popular franquia “Team Fortress”.

Dos gráficos às animações, passando pelos personagens, há mesmo várias semelhanças. Por isso mesmo, é natural esperar que muitos prefiram "Paladins", que é grátis, a desembolsar R$ 160 na versão de PC de “Overwatch” ou R$ 230 nas versões para PlayStation 4 e Xbox One. Porém, não deixa de surpreender o fato de que o Brasil concentra, hoje, a maior base de jogadores de “Paladins” em todo o mundo, contando com 400 mil pessoas por mês no país.

“O fato de ser grátis é um atrativo e tanto”, comenta o youtuber Patife ao UOL Jogos. Ele é mais um que caiu nas graças do jogo. “Mas com certeza as pessoas gostam também da simplicidade. Claro que ele é muito complexo com relação a estratégias, composições de times, mas no início é bem simples e viciante”.

Segundo o jogador, a principal diferença em relação à "Overwatch" é o equilíbrio para busca de partidas. “Como jogo muitos FPS, não consigo jogar tão bem em todos. A simplicidade e a estabilidade deixam ‘Paladins’ bem mais fácil de jogar. Outra coisa que gosto também é o fato de que a partida reinicia do zero ao final dos rounds, isso te dá chance de consertar o que fez de errado.”

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Para Patife, o atual momento do jogo da Hi-Rez é o mais instigante: “Esse começo dos jogos é sempre uma festa. Tudo vira um evento, um lançamento, uma mudança no meta, então por enquanto está bombando e eu prefiro assim. Se o meta nunca estagnar o jogo vai ser sempre interessante, ele é divertido como o ‘Team Fortress’ e competitivo como os jogos FPS de sucesso da atualidade.”

Mesmo em seu início, a cena de eSports do game já tem atenção certa do jovem. “Costumo acompanhar a Black Dragons, que venceu o último Brasileiro e representou a gente no Mundial. Acredito que com o tempo mais grandes nomes vão surgir no cenário, mas ainda está bem no começo.”

As perspectivas para o cenário competitivo de “Paladins” são promissoras no Brasil: com apoio da Level Up! Games, em 2017 o país terá três temporadas profissionais com mais de R$ 74 mil em premiação. Serão disputadas rodadas entre os seis melhores times das classificatórias nacionais para definir o grande campeão de cada etapa.

A equipe vencedora do primeiro split terá vaga direta para o campeonato internacional Paladins Masters, nos Estados Unidos, em abril. O time campeão da terceira temporada - que, por sinal, terá final presencial no dia 21 de outubro, será aberta ao público - vai representar o Brasil no Paladins World Championship, também nos EUA.

Além disso, a Level Up! também investe na organização de um torneio amador de “Paladins”, o Chasers, que oferece premiação em Gemas (moeda especial do jogo) e a chance de subir para a liga profissional.

“Hoje eu vejo o cenário do Paladins como uma promessa: os primeiro campeonatos já foram muito bem e creio que seja só o começo”, comenta Patife.

O jogo vai receber versões para PlayStation 4 e Xbox One, ainda sem data de lançamento. Segundo a produtora Hi-Rez, a fase beta nos consoles acontecerá "em breve".

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