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Terrorismo, estupro e assassinatos: 6 polêmicas da série "Call of Duty"

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Pablo Raphael

Do UOL, em São Paulo

24/10/2017 04h00

Uma das franquias mais populares dos games, "Call of Duty" é famosa pelas campanhas cinematográficas com a participação de atores famosos, pelo tiroteio viciante e também pelas missões polêmicas, que causam debate até fora da comunidade de jogadores.

Com o próximo "Call of Duty" cada vez mais perto, UOL Jogos relembra os momentos mais polêmicos da série "Call of Duty". Confira!

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    6. Ofensas ao Islamismo

    No mapa Favela de "Call of Duty: Modern Warfare 2", ambientado no Brasil, havia um quadro na parede de um banheiro, exibindo uma inocente paisagem. O problema estava na moldura com inscritos em árabe, citando o profeta Maomé. Segundo a tradição do Islã, é proibido citar o nome do profeta em banheiros e a imagem no jogo causou muitos debates e mensagens de protesto na comunidade do jogo.

    A mensagem acabou removida pela Activision, dona do game, através de uma atualização. A inscrição foi substituída por uma moldura negra sem nada escrito.

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    5. Matar cachorros

    Em "Call of Duty: World at War", o jogador encara os perigos da Segunda Guerra Mundial, entre eles, cães treinados pelos nazistas. Você pode atirar neles, o que já não é bom... ou se for pego em suas mordidas, quebrar o pescoço dos cachorros para escapar, em sequencias de animação bastante detalhadas.

    A cena chocou muitos donos e defensores dos animais e a PETA chamou"World at War" de um jogo "bárbaro" e questionando a postura da Activision, dona de "Call of Duty", por não lidar de forma séria com a situação.

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    4. Matar Fidel Castro

    No primeiro "Call of Duty: Black Ops", você invade Cuba em plena década de 1970 com a missão de matar o ditador Fidel Castro. Diferente das muitas tentativas da CIA no mundo real, no game o jogador é bem sucedido após invadir o quarto de Fidel, que se protege atrás de uma mulher. O governo cubano se manifestou sobre a cena, afirmando que "Call of Duty" era um jogo "perverso".

    "O que os EUA não conseguiram em 50 anos, estão tentando fazer agora virtualmente", criticou o governo de Cuba. "O jogo glorifica as tentativas de assassinato planejadas contra o líder cubano e estimula a atitude sociopata de crianças e adolescentes norte-americanos".

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    3. Estupro

    O próximo jogo da série, "Call of Duty: WWII", ainda nem foi lançado mas já se envolveu numa situação polêmica: uma das missões do game dá ao jogador a chance de salvar ou não uma personagem que é atacada por um soldado nazista. Se você simplesmente se afastar, o soldado leva a moça para uma sala fechada e é possível ouvir o som de um zíper se abrindo e os gritos da vítima.

    Para escapar da classificação indicativa australiana, que deu ao jogo o selo de "para maiores de 18 anos", o som do zíper foi removido. Mas mesmo assim, todo mundo sabe que é uma cena de estupro.

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    2. Ataques em Londres

    "Call of Duty: Modern Warfare 3" causou polêmica com uma missão onde o jogador ataca civis inocentes nas ruas de Londres durante um bombardeio terrorista na capital britânica em plena luz do dia. Além disso, o jogador troca tiros no metrô de Londres. A semelhança com o atentado de 7 de julho chamou a atenção do Parlamento inglês, que se manifestou afirmando estar preocupado com o game e seus atos de violência gratuitos contra o público.

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    1. No Russian

    "Call of Duty: Modern Warfare 2" é um dos melhores jogos da série, mas, como deu para notar, é um dos mais polêmicos. E nesse quesito, nada supera a famigerada fase "No Russian", onde o jogador assume o papel de um agente infiltrado num grupo terrorista em um atentado num aeroporto russo cheio de civis. A missão é opcional e você não precisa atirar em nenhum inocente, mas mesmo assim, é a passagem mais marcante e controversa da série de tiro.

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