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Largou Pokémon GO? Veja 7 motivos por que agora é a hora de voltar a jogar

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As aguardadas batalhas chegam a "Pokémon Go" em dezembro Imagem: Divulgação

Rodrigo Trindade

Do UOL, em São Paulo

04/12/2018 12h00

"Pokémon Go" chegou oficialmente ao Brasil em agosto de 2016, atingiu níveis de popularidade sem precedentes, mas seu apelo mainstream "morreu" rápido. Milhões continuaram entrando no game diariamente, só que não se vê mais multidões nas ruas correndo na direção de um monstrinho raro.

Àqueles que largaram o game naquela época, a Niantic apresentou na última segunda-feira (3), em uma conferência, uma mecânica aguardada que levou mais de dois anos para chegar ao jogo. Ainda em dezembro, treinadores poderão lutar um contra o outro nas ruas, trazendo ao celular a tradição dos jogos de Game Boy e da animação que está no ar desde o fim dos anos 90.

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Antes restritas a ginásios e reides, as batalhas ganharam algumas modificações na jogabilidade, mas manterão o espírito ligeiro já existente no game. Vai funcionar assim: para ataques rápidos, você dá toques em qualquer lugar da tela. Estes carregam uma barra que permitirá a escolha entre dois golpes especiais. Depois de escolher um deles, um minigame é iniciado antes que você atinja o adversário, que poderá se defender com um escudo protetor, com um número limitado de usos.

A princípio, as batalhas terão quatro minutos de duração máxima. Cada treinador usará três Pokémon e poderá trocar livremente entre eles. O vencedor será quem derrotar os três monstrinhos do adversário, ou der mais dano na equipe rival. Os desenvolvedores querem que o novo modo seja inclusivo, então haverá três ligas para que todos consigam competir: Great, Ultra e Master. As duas primeiras permitirão Pokémon com até certo nível de Pontos de Combate, enquanto a última será ilimitada.

Quem batalhar ganhará Poeira Estelar e itens como recompensa, mas haverá um limite de prêmios obtidos diariamente. Os combates podem ser feitos contra estranhos, maiores de 13 anos, encontrados nas ruas, por meio de uma troca de QR Codes. No entanto, amigos e ultra-amigos poderão batalhar pela internet.

Essa é a novidade mais recente do 2018 movimentado de Pokémon Go, que trouxe boa parte dos motivos para tirar a poeira do app e voltar a jogá-lo nas ruas. A seguir, apresentamos seis outros detalhes que mudaram o jogo.

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"Pokémon GO" ganhou muitos monstrinhos desde o lançamento. Em outubro, com a quarta geração, a quantidade chegou a 494 e mais Pokémons sempre são adicionados aos poucos no game. Imagem: Reprodução

Dias comunitários

Anunciados em janeiro deste ano, os dias comunitários tiveram como objetivo resgatar aquele momento pós-lançamento, em que as pessoas se reuniam para ir para as ruas. Mesmo não reproduzindo exatamente o fenômeno de 2016, eles induzem os jogadores a saírem caçando Pokémon no mesmo horário, em busca de um monstrinho específico e raro que aparece com muito mais frequência durante algumas horas.

Sincroaventura

Sair andando por aí para chocar ovos sempre foi um dos atrativos de "Pokémon Go", mas para isso era necessário ter o app aberto. Desligar a tela do celular significava não contar os preciosos quilômetros de caminhada do dia a dia. Isso mudou com a introdução da "Sincroaventura", que fez com que o jogo passasse a puxar os dados de atividade física do iPhone ou Android. Desde então, ficou muito mais fácil chocar qualquer ovo, até aqueles que exigem 10 km de caminhada. Além disso, ganhar doces do seu Pokémon parceiro ficou bem mais conveniente do que era anteriormente.

Trocas

Além das batalhas, os games clássicos de Pokémon tinham como características as trocas. Estas chegaram a "Pokémon Go" em junho, junto ao sistema de amizade do game. As trocas só são possíveis presencialmente, o que foi justificado pelos desenvolvedores pelo fato de alguns Pokémon serem restritos a certas regiões - liberar trocas com qualquer um "estragaria" essa exclusividade regional. Em conjunto as amizades e trocas, os treinadores amigos passaram a poder trocar presentes uma vez por dia.

Reides e Lendários

O trailer de anúncio de "Pokémon Go" prometia centenas de pessoas juntas, batalhando para capturar o lendário Mewtwo. Isso tardou a acontecer, mas chegou pouco tempo depois das reides, que chegaram no fim de junho de 2017. Pouco menos de um mês depois, treinadores passaram a se reunir para derrubar os Pokémon lendários em conjunto, para depois captura-los. Se você viu um monte de pessoas juntas com o game ligado no celular, provavelmente estavam trabalhando em equipe para vencer esse desafio.

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Gengar é um dos Pokémons que estiveram disponíveis durante um desafio especial de Reide. Ele estava disponível em 3 de novembro, com uma versão normal e uma brilhante (se o jogador teve sorte de vir ele em versão mais rara). Imagem: Divulgação

Pesquisas de campo

Nem todos os lendários são capturados a partir de reides. Desde março, o game conta com a ferramenta de pesquisas do Professor Willow, que passa objetivos pontuais para você jogar todo dia. Eles vão desde a evoluir um Pokémon, ser sucesso no arremesso de Pokébolas até vencer batalhas de ginásio. Existem as pesquisas de campo, que rendem bônus mais modestos, e as especiais, que resultam em um pacote de itens e têm monstrinhos como o Mew como prêmio final.

Objetivos diários

Três meses depois de o game chegar ao Brasil, ele ganhou um estímulo para que os jogadores capturassem um monstrinho e girassem o disco em um PokéStop todo dia. Estes são os objetivos diários, que fazem com que você ganhe mais prêmios ao jogar o game em dias consecutivos.

Assista à análise de "Pokémon Let's Go"

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